A inteligência artificial (IA) está cada vez mais presente em nossas vidas, seja em produtos, processos ou decisões. No entanto, a discussão sobre a IA está entrando em uma nova fase, como destacou o primeiro dia do Web Summit Rio 2026. Com a presença de 40 mil participantes e 1.500 startups, o evento mostrou que a IA já está embarcada em diversas áreas e agora é necessário construir a estrutura para que ela opere com escala, confiança e responsabilidade.
O que aconteceu
O anúncio do Rio AI City, um projeto da Prefeitura do Rio em parceria com a Elea Data Centers, foi um dos principais pontos do evento. O projeto terá capacidade projetada de até 3,2 gigawatts, uso de energia renovável e um investimento total de US$ 10 bilhões, com uma primeira tranche de US$ 500 milhões já transferida para o Brasil. Além disso, a parceria foi formalizada com a assinatura do contrato ao vivo, no palco do Web Summit, mostrando o compromisso dos envolvidos. Outro ponto destacado foi a importância da regulação, como destacou Luana Lopes Lara, cofundadora da Kalshi, que opera mercados de previsão. Ela argumentou que a regulação é fundamental para que os produtos digitais sejam seguros, legítimos e sustentáveis.
O que isso significa
A nova fase da IA está relacionada à construção de uma estrutura que permita que a tecnologia opere com escala, confiança e responsabilidade. Isso envolve a criação de infraestrutura física, como o Rio AI City, que permitirá que a IA seja desenvolvida e aplicada de forma mais ampla. Além disso, a regulação é fundamental para garantir que os produtos digitais sejam seguros e legítimos. A Kalshi, por exemplo, opera em uma área que combina finanças, comportamento e tecnologia, e precisa demonstrar que seus produtos são seguros e sustentáveis. A confiança também é um ativo importante, como destacou Lázaro Ramos, que relatou que sua imagem foi usada indevidamente em um anúncio falso. Isso mostra que a confiança é fundamental em um ambiente de deepfakes e identidades sintéticas.
O que o mercado ainda não percebeu
O mercado ainda não percebeu a importância da infraestrutura física para o desenvolvimento da IA. A construção de data centers, como o Rio AI City, é fundamental para que a IA seja desenvolvida e aplicada de forma mais ampla. Além disso, a regulação é um ponto que ainda não está claro, e a Kalshi é um exemplo de como as empresas precisam demonstrar que seus produtos são seguros e sustentáveis. Outro ponto que o mercado ainda não percebeu é a importância da confiança em um ambiente de deepfakes e identidades sintéticas. A história de Lázaro Ramos é um exemplo de como a confiança pode ser afetada em um ambiente de IA.
Impactos futuros
Os impactos futuros da nova fase da IA são amplos. A construção de infraestrutura física, como o Rio AI City, permitirá que a IA seja desenvolvida e aplicada de forma mais ampla. A regulação será fundamental para garantir que os produtos digitais sejam seguros e legítimos. A confiança também será fundamental em um ambiente de deepfakes e identidades sintéticas. As empresas que não se adaptarem a essas mudanças podem ficar para trás, enquanto as que se adaptarem podem se beneficiar de novas oportunidades. Além disso, a IA pode ter impactos significativos na economia, na produtividade e na transformação digital.
Conclusão DATEXA
A nova fase da IA é um momento importante para as empresas e para a sociedade. A construção de infraestrutura física, a regulação e a confiança são fundamentais para que a IA seja desenvolvida e aplicada de forma mais ampla. As empresas que se adaptarem a essas mudanças podem se beneficiar de novas oportunidades, enquanto as que não se adaptarem podem ficar para trás. A IA pode ter impactos significativos na economia, na produtividade e na transformação digital, e é fundamental que as empresas e a sociedade estejam preparadas para essas mudanças.